
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Carater público e privado da moral.

segunda-feira, 19 de julho de 2010
Fé, eleição e farra.

Fé, eleição e farra.
rosto de moço emancipado, bíblia debaixo do braço, acima de qualquer suspeita,seguia ...
Seu nome era Agosto, batizado pelo pai que agosto de Deus lhe era como sentença. Sua igreja... Pouco lhe importava, tinha um objetivo, nunca duvide de um homem de objetivos, era claro e sincero.
Um protestante á moda, iria candidatar á vereador, prefeito, e quem sabe um dia seria presidente da república. Sempre se gabava com os íntimos: com minha astúcia, popularidade e religião sou o homem perfeito.
O salvador da pátria.
Sua malandragem marota de quem tinha cinco filhos e não tinha como se sustentar. Talvez, não corria atrás. Mas no fundo, ás vezes, nem tão fundo assim dizia: ___ Trabalhar? Eu sei não, talvez eu venha á ser prefeito, tenho á igreja ao meu lado, á malandragem também, sou esperto sou simpático, falo bem.
___ Ora, seu Zé, político esperto joga dos dois lados. Dizia Agosto.
___ Cuidado homem, não brinque com Deus, ele é soberano.
___ Pois, homem, até o Pastor está de acordo comigo. Retrucou.
___ Hoje em dia, se agente não for esperto, não se ganha á vida. Ainda por cima, deixa um ateu ou, qualquer sem Deus, querendo meu lugar, fazendo discurso de Ateu, Deus está comigo, tenho certeza. ___ E digo mais, tenho projeto, é coletivo , não é pessoal.
___ homem, homem, essa cidade é pequena, mas nem todo mundo é burro.
tome cuidado homem.
E assim foi, seu Zé , cansado de avisar o amigo.
NA IGREJA
__Irmãos, levanta o Pastor. __Todos sabem que nós, não nos metemos em política. __Esse meio podre, infame, não nos interessa. __ Porém peço a compreensão de todos vocês. __ E correto deixar o poder de nossa cidade, nas mãos dos mesmos que aí estão?
__E correto, corrermos riscos? __Inclusive, o risco, de ver fechada nossa igreja, devido um decreto qualquer. _ ouvindo tais palavras os fieis se contorciam, e, em meias palavras comuns á uma igreja, se ouvia certa hostilidade da boca de certos fieis: __vamos acabar com o mundo! . __eles não sabem do nosso poder, afinal nós temos Deus. __ Eles não, imundos! Vão queimar no inferno (...)
Agosto á convite do pastor, sobe ao púbico, e de lá, manda um recado: __ Amados irmãos, compartilho de vossa dor, lanço minha candidatura á prefeito dessa cidade, com o apoio de toda á igreja. __ Deus está conosco nessa empreitada e não com os infiéis que roubam dinheiro do povo.
ELEIÇÕES:
A tensão logo aflora. Agosto é todo um furor de tensão, urna á urna, os votos são apurados. O candidato oposto é um fiel também, mas para surpresa de todos, inclusive de Agosto é um fiel da igreja ao lado. Seu Zé. Católico. Reza todos os dias. Vai á igreja também. É muito querido tanto quanto Agosto.
Nas previas, na campanha, seu Zé apoiava Agosto. Entrou nas eleições com o propósito de ser o “laranja”, aquele que iria disputar para não ganhar, dando margem aos planos de Agosto e aos votos também.
Mas faltando poucos dias mudou de idéia. Tudo por conta de um figurão amigo do bispo que botou lenha no fogo, esse apoiava agosto e Zé, mas era o dono do instituto de pesquisa da região, como estava tudo muito empatado resolveu investir nos dois. Zé
Foi ferrenho, menos maroto, sem aquele ar de malandragem. Na verdade um ar caipira. Conquistou o eleitorado.
Bateu de frente com Agosto, ganhou, com pouco mais de 50 votos de frente.
A cidade foi uma festa só, ninguém parava. Zé era o novo prefeito.
ACERTO DE CONTAS
Agosto, numa súbita ira, foi Ter com Zé. __ seu crápula , não entendes o que quer dizer “laranja”.
__ entendo Agosto, mas ... – em tom debochado disse: o pessoal tinha medo do que poderia ser sua administração, ao fim, me procuraram, acabei aceitando.
__ Mesmo assim; você me traiu, merece á morte. E tudo de ruim é muito pouco pra você.
__ Somos cristãos, Agosto, calma! .
__ Cristão o raio que o parta, entrei nessa foi pra ganhar.
__ Então lembra-se do que me disse, outro dia, Agosto? - lembra-se? - Então, não lembra! Disse-me: "Hoje em dia, se a gente não for esperto, não se ganha á vida.”
__ Se quiseres levar por esse caminho,camarada, fui eu o mais esperto. Nada pessoal.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
ÉTICA KANTIANA.

KANT E SEU CRIADO.
terça-feira, 29 de junho de 2010
A queda das máscaras sociais.

sexta-feira, 4 de junho de 2010
Conhecimento. Aula sobre conhecimento.

Conhecimento. Aula sobre conhecimento.
Relação (sujeito) – (objeto)
A Partir do século XV a concepção de mundo e de homem muda radicalmente não apenas no campo social, mas também no âmbito da ciência e do conhecimento uma matéria em que os filósofos chamam especificamente de (gnosiologia) – ou estudo do conhecimento.
A partir dessa assertiva podemos concluir que o grande questionamento que da modernidade em termos filosóficos seria: O que podemos conhecer?Esse questionamento gera um ceticismo em torno da tradição que ensinara o homem a pensar sobre determinados termos, a idade média ensinara o homem uma concepção de mundo que já não teria valor diante da descoberta dos astros e em suma o fato de que a terra gira em torno do sol e não ao contrário como pensava os medievais.
Diante disso há uma crise em termos de filosofia e conhecimento é preciso erigir uma reforma do pensamento universal que se encontra no sujeito e reformular o mundo e as leis que regem este mundo.
Relação sujeito e objeto: O objeto em que referimos em termos didáticos é a possível observação do sujeito sobre a matéria: ex: Astros (no caso da astronomia) – bactérias e fungos (no caso da química e biologia) - Sociedade- (no caso da sociologia)
O sujeito apreende o objeto através de um sentido interno que lhe possibilita essa relação, esse sentido interno pode ser chamado em termos didáticos de razão.
O papel da filosofia é investigar a razão e suas possibilidades de conhecimento.
Por isso, filosofia não é ciência, mas sim, a possibilidade e o muro de arrimo de toda em qualquer ciência.
Nessa perspectiva o conhecimento transcende a ciência é o ponto de partida para toda e qualquer ciência. É preciso conhecer os limites do conhecimento para se fazer ciência.
EX: o motorista ao balizar seu carro utiliza a coordenação motora e a noção de tempo e espaço comum em todo ser humano. (A universalidade da razão nos permite compreender o problema do conhecimento).
sábado, 29 de maio de 2010
Deleuze e o conceito

Em seu livro “O que é a filosofia”, Deleuze deixa claro a importância do conceito, pois “o filósofo é o amigo do conceito, ele é conceito em potência”. Não que a filosofia seja uma fábrica de conceitos, mais que isso, o conceito é um ato de criação, e cada um assina “embaixo”, deixa registrado sua marca, através dos conceitos que cria.